NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Uma noite um amor, um dia um adeus.
Roubaram-me de mim.
Do meu ser.
Do que eu era.
Agora estou perdida em meio a escuridão.
Em meio a multidão.
Em meio ao meu sofrimento.
Não há solução.
Só ilusão.
Vontade de fugir.
Sair daqui.
Desta cidade.
Destas pessoas.
Deste amor jogado no lixo.
Destas ilicitudes que não me levaram a nada.
Destas atitudes que me trouxeram até aqui.
Aqui em baixo, no fundo do poço.
Cada ato uma consequência.
Isso movimenta o mundo.
Há pessoas demais aqui.
Uns tendem a sair, viajar... clarear os pensamentos.
Outros tendem a ficar aqui, parados, esperando a vida passar, e as coisas caírem do céu como chuva de algodão doce colorido.
Outros resolvem colocar um ponto final em tudo.
Sem dores.
Sem amores.
Sem mágoas.
Sem ilusões.
Sem desconfiança.
Sem erros.
Sem algodão doce colorido.
Sem nada.
Já vi o fim do mundo tantas vezes, agora ele será platéia da minha última peça teatral, nesta cidade nojenta chamada Jaraguá do Sul.
Aqui, onde o dinheiro prevalece.
O status prevalece.
E o Gari que limpa a sujeira de todos estes porcos hipócritas, sequer um bom dia recebe.
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