Eu sou o que sou
Porque quero ser
O que sou...
E tu?
O que quer?
Ter teus 80 anos e olhar pra trás e ver quanta coisa massa tu fez?
E se não pensas em começar agora,
Não adianta olhar lá pra fora
E desejar ser feliz.
Ser feliz é agora.
Respira, sente a vida.
Quanta coisa tu não fez?
E aí? Reflita!!!
Lembra quando tu eras apenas uma criança?
E depois, foi crescendo...
E esquecendo...
Quantas listas de desejos, de projetos, ideias...
Coisas que nunca saíram do papel?
Tanta gente
Nessa cidade
Que não sabe o que é qualidade
De viver como se quer.
Ser quem se é
É coisa rara.
Na maioria do tempo,
Temos que agradar o sistema,
Porra! É uma pena!
Tanta chuva de hipocrisia...
É terno e gravata,
É palavra bonita,
E lá no canto escondido,
Mais de meia dúzia, pita...
Me orgulho de mim.
Da minha coragem.
De crer em mim, nas minhas ideias.
Se mais pensassem assim,
Só haveria um lado dessa balança:
O lado do bem.
Para um poeta,
Nada é impossível...
Tudo é importante,
Cada milésimo de segundo.
Cada parte do dia.
Cada palavra mal dita.
Cada frase mal interpretada.
Ser quem se é,
Vale a pena.
As coisas importantes, lá no fundo,
Sabemos bem o que são.
Pare te perder tempo.
NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
sexta-feira, 1 de novembro de 2019
terça-feira, 24 de setembro de 2019
Muito além disso
Gostaria de compreender
Esse meu eu.
Meu eu oscila,
Ascende
Apaga.
Transcende
Desaba.
Desune,
Destrói,
Corrompe,
Magoa,
Duvida.
Perde a fé,
É humano.
Mas,
Até quando?
Compreender o incompreensível,
Não será possível.
Esse meu eu.
Meu eu oscila,
Ascende
Apaga.
Transcende
Desaba.
Desune,
Destrói,
Corrompe,
Magoa,
Duvida.
Perde a fé,
É humano.
Mas,
Até quando?
Compreender o incompreensível,
Não será possível.
Uma bolsa de ponta cabeça.
A solidão toma,
Deita,
Doma,
e durmo
Na busca
De um fim.
Resisto,
Persisto ,
Pareço contente.
Caio.
Estou no chão agora.
Mergulho nesse mar de tristeza.
E é incrível,
Lá em cima na superfície,
Em nem escrevo.
Ser feliz é viver.
Sem tempo pra versos,
Quiçá palavras largadas,
Naquele velho bloco de notas
Do fundo da minha bolsa.
Deita,
Doma,
e durmo
Na busca
De um fim.
Resisto,
Persisto ,
Pareço contente.
Caio.
Estou no chão agora.
Mergulho nesse mar de tristeza.
E é incrível,
Lá em cima na superfície,
Em nem escrevo.
Ser feliz é viver.
Sem tempo pra versos,
Quiçá palavras largadas,
Naquele velho bloco de notas
Do fundo da minha bolsa.
Assinar:
Comentários (Atom)