Ele não escreveu aquela carta à ela.
Aliás alguém já escreveu algo à ela?
Não.
Ela sempre sentiu demais.
Sempre planejou demais.
E no fim, sempre sofreu demais.
Hoje afunda-se em filmes, vive naqueles romances de finais felizes,
É como uma autoflagelação, quando o filme acaba, ela percebe que nada é verdadeiro.
Se não são os filmes, bem, ela lê livros.
Devora páginas e páginas...
Envolve-se com os personagens, e de repente o livro termina, e com o fim vem a crise existencial.
Fora tudo isso, ela dorme.
Sonha.
O mundo dos sonhos é perfeito.
Têm sido assim as últimas semanas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário