NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Por uma realidade
A tristeza me rouba palavras,
Me traz o silêncio,
Tua ausência, nem tanto me abala.
Minha fé afirma que te verei com o tempo.
Já são quase vinte anos,
Em meio a mil planos,
Tentando substituir este vazio...
Tua imagem me causa calafrios.
Deus conhece minhas verdades,
Só Ele sabe o tamanho desta saudade.
Sentada aguardo ansiosa,
Ansiosa pela morte.
Talvez tenha logo esta sorte.
E já não te verei mais em sonhos.
Te verei pessoalmente.
Te verei na minha frente.
De verdade.
E ouvirei o tom da tua voz.
E sentirei o calor dos teus braços,
Quando em teu colo, sentir teus abraços.
Teu consolo.
Tuas mãos sob meus cabelos.
Teu carinho.
Teu amor.
Amor de Pai.
Que toda a eterna ausência tua,
Não me submeta a certa loucura.
Pra coleção de sentimentos.
A cada passo que se dá,
Uma nova história que se conta.
Tudo que te cercas,
Neste mundo em que observas,
No mesmo canto de sempre.
O indesejado acontece,
Uma alma estremece,
Dois corpos também,
E o coração amolece.
Entre dor e dissabor ,
Talvez se encontre o velho amor.
As palpitações que ainda são duvidosas,
Se deram na Palpite, música fabulosa.
Sentes aquela velha insegurança,
Tentas seguir no ritmo da dança,
Porém, sem muita esperança.
O velho amor confunde a cabeça,
O velho amor talvez reapareça.
A vida segue.
Algo teus pensamentos persegue.
A vida segue, bem e mal,
Talvez melhore só no carnaval...
Talvez antes,
Não embace o panorama desta mente pensante.
Os dias passam,
As horas,
Tudo passa...
Os carros nas ruas,
As pessoas em suas bicicletas legais,
Todas anormais.
Continuas aí, observando a vida passar.
Ela segue normalmente,
Com o cheio, o vazio, o frio e o quente.
E um vácuo que se enche,
Se não for pra ser assim, nem tente.
Tudo a tua volta, pode ser triste,
Já dizia a velha música Palpite.
Quando toca o celular.
Num teclar, uma surpresa,
Um celular que toca sobre a mesa.
Fez sair da rotina,
Numa hora repentina.
Passos rápidos, um suspiro e um sorriso,
Meu corpo, já sente em teu corpo um abrigo.
Um coração na mão, um sentar no banco.
Uma alegria estranha, e até sozinha canto.
Voltar à rotina, sentir um brilho no olhar,
Tudo, por apenas tocar, um simples celular.
Expectativas frustradas.
Desejos que se realizam,
Pensamentos que se obrigam.
Suposta felicidade e magia,
Saber mais do que já se sabia.
Tempos.
Tempos que virão.
Anseios emocionais não satisfeitos,
Assim, deste jeito,
Somos feitos de defeitos.
Expectativas frustradas.
Sonhos que tornam as noites.
Manifestações latentes.
Palpitações ardentes.
Insistir em projetos,
Que talvez nem tenham futuro.
Expectativas frustradas.
Passar por dificuldades.
Vencer dificuldades.
Desafios sempre ao caminho.
Nem sempre vencer.
Expectativas frustradas.
Desilusões.
Uma apaga a outra,
Que apaga qualquer alegria,
A alegria, que era a de todo dia.
Duvido entender!
Ter medo.
Muito medo.
Ter medo e mesmo assim tentar.
Mesmo assim pensar amar.
Mesmo assim se entregar.
Ter medo.
Muito medo.
Mesmo assim, seguir em frente.
Batalhar, focar na mente.
Ter medo.
Tentar.
Tentar se chama coragem.
Cafés.
Beijos.
Abraços.
Amassos.
Sorrisos.
Piadas.
Piadas nem sempre engraçadas.
Graça pela ausência dela mesma.
Viagem.
Peças.
Calma.
Mundo.
Mar.
Flores.
Campo.
Barraca.
Entende?
Ter medo.
Sentir aquele frio na barriga.
Ter medo, e estar aí,
Vivendo.
A felicidade é feita de momentos.
Segundo de felicidades.
Vivendo.
Com ou sem medo.
Vivendo.
Foi da Grécia
Sentir esta ansiedade,
Ansiedade pelo final de semana.
O sentimento é de felicidade.
Não há outra demanda.
Sem paixões,
Sem ferir corações.
Cabeça voltada para a vida profissional,
Vida íntima, sem viver este mal.
Sem planos para o futuro,
Esta foi a minha escolha.
Assim, sem medo do escuro,
Desestresso, estourando plástico bolha.
Meu desenvolvimento sentimental foi afetado.
Agora, com ou sem corpo cansado,
Prefiro este ser afastado,
Prefiro ficar só,
Prefiro este ser separado.
Antes assim, que machucado.
Ansiedade pelo final de semana.
O sentimento é de felicidade.
Não há outra demanda.
Sem paixões,
Sem ferir corações.
Cabeça voltada para a vida profissional,
Vida íntima, sem viver este mal.
Sem planos para o futuro,
Esta foi a minha escolha.
Assim, sem medo do escuro,
Desestresso, estourando plástico bolha.
Meu desenvolvimento sentimental foi afetado.
Agora, com ou sem corpo cansado,
Prefiro este ser afastado,
Prefiro ficar só,
Prefiro este ser separado.
Antes assim, que machucado.
Passou
O que irritou foi a ausência.
Muito se fez para curá-la.
Foi à bares.
Foi à bosques.
Tomou chimas.
Fumou.
Sentiu a maresia.
Viveu em seu subconsciente aquela maré.
Foi à praia.
Molhou seus pés.
Viu a maré subir metade da areia.
Deitou e admirou as estrelas.
Viu o dia amanhecer.
Cantou.
Dançou.
Tudo passou.
Passou um cachorro na rua.
Passou o trem.
Passou a uva.
Fez de tudo.
Nada restou,
Somente o vazio da ausência tua.
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