NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Eu e ela
Eu e ela,
Ela e eu.
Ela é impulso,
E eu sou razão...
Ela é calor,
É minha inspiração.
Que saudade dela,
Que saudade da minha menina...
Que saudade dela,
Não vejo a hora do intervalo chegar,
Pra eu poder te abraçar,
Te beijar,
E te ter,
Pra mim,
Assim.
Eu e ela,
Ela e eu.
Ela é amor,
Ela é paixão,
Ela é o fervor,
Da minha emoção.
Eu fico tentando decifrar,
Cada tom das tuas risadas,
Eu fico aqui pensando,
Como é lindo quando bate a luz solar
Nestes teus olhos verdes,
Que de repente,
Ficam azuis,
Só pra combinar com o céu,
O mesmo que podemos observar,
Deitadas em qualquer jardim por aí.
Hoje eu sei porque o Juizado é Especial,
Lá que tudo começou...
Eu sento naquele banco,
Te espero com todo o cuidado,
Cada passo é pro presente,
E a gente sabe,
A gente sente,
Que o que importa é o agora,
A felicidade, ela é já.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
A vida está escorrendo pelo ralo.
(Tirei a roupa de mulher bem resolvida mais uma vez, e talvez seja a última.
Não sei ao certo o que é, nem o que há neste momento da minha vida.
Tô abrindo um parênteses no meio destas palavras que jogo em meio a estes versos mal feitos, em meio a este Blog, e bem... pode ser que ninguém leia, e nessa altura do campeonato isso já nem me importa.
É um parênteses meio dolorido... Dor de cansaço.
Tô cansada.
Tô emocionalmente cansada.
Gostaria de apenas viver.
Quem não gostaria não é?
Quem não gostaria de apenas viver?
Viver o momento, aproveitar o dia...
Passamos mais tempo pensando no amanhã, na próxima semana e no próximo ano, que simplesmente esquecemos do agora, do hoje...
Ficar preso num passado morto, ou ficar preocupado com o futuro, é jogar fora o presente.
A Felicidade é agora, e não depois.
Não adianta ficar anos estudando pra algo que não te faz realmente feliz, ou ficar anos namorando alguém que tu não pensas em permanecer junto o resto da tua vida.
De nada adianta trabalhar o dia inteiro, ir à faculdade a noite e depois, chegar em casa, tomar banho e dormir, e no dia seguinte, adivinha? Tudo novamente..
Pra quê?
Pra garantir um futuro? E o agora simplesmente deixamos escorrer pelos dedos?
A vida está escorrendo pelo ralo.
A minha, está na última gota.
Tô cansada disso aqui.
Desse lugar.
Mas não destas pessoas, eu tenho um enorme carinho por cada uma delas.
Eu amo meus familiares, e eles não têm culpa nenhuma das minhas decisões, e nem dos meus atos.
Cada um é responsável pelo que pensa, pelo faz e pelo que diz.
Eu tô mesmo cansada.
Quando começo a pensar em todo o tempo que já perdi, fazendo coisas que não me deixam feliz, eu só quero chorar...
Antigamente o choro resolvia, por um tempo a dor passava, mas, agora não.
Só um fim cessaria esta dor.
Só um fim.
Comprei uma passagem sem volta, e quem sabe, depois de ultrapassar o ralo, o esgoto seja um lugar legal. Onde as pessoas apenas vivem por viver, e são felizes pelo SER e não pelo TER).
Não sei ao certo o que é, nem o que há neste momento da minha vida.
Tô abrindo um parênteses no meio destas palavras que jogo em meio a estes versos mal feitos, em meio a este Blog, e bem... pode ser que ninguém leia, e nessa altura do campeonato isso já nem me importa.
É um parênteses meio dolorido... Dor de cansaço.
Tô cansada.
Tô emocionalmente cansada.
Gostaria de apenas viver.
Quem não gostaria não é?
Quem não gostaria de apenas viver?
Viver o momento, aproveitar o dia...
Passamos mais tempo pensando no amanhã, na próxima semana e no próximo ano, que simplesmente esquecemos do agora, do hoje...
Ficar preso num passado morto, ou ficar preocupado com o futuro, é jogar fora o presente.
A Felicidade é agora, e não depois.
Não adianta ficar anos estudando pra algo que não te faz realmente feliz, ou ficar anos namorando alguém que tu não pensas em permanecer junto o resto da tua vida.
De nada adianta trabalhar o dia inteiro, ir à faculdade a noite e depois, chegar em casa, tomar banho e dormir, e no dia seguinte, adivinha? Tudo novamente..
Pra quê?
Pra garantir um futuro? E o agora simplesmente deixamos escorrer pelos dedos?
A vida está escorrendo pelo ralo.
A minha, está na última gota.
Tô cansada disso aqui.
Desse lugar.
Mas não destas pessoas, eu tenho um enorme carinho por cada uma delas.
Eu amo meus familiares, e eles não têm culpa nenhuma das minhas decisões, e nem dos meus atos.
Cada um é responsável pelo que pensa, pelo faz e pelo que diz.
Eu tô mesmo cansada.
Quando começo a pensar em todo o tempo que já perdi, fazendo coisas que não me deixam feliz, eu só quero chorar...
Antigamente o choro resolvia, por um tempo a dor passava, mas, agora não.
Só um fim cessaria esta dor.
Só um fim.
Comprei uma passagem sem volta, e quem sabe, depois de ultrapassar o ralo, o esgoto seja um lugar legal. Onde as pessoas apenas vivem por viver, e são felizes pelo SER e não pelo TER).
Então sorri
Te encontrei
E não te vi
Te achei
Então sorri.
Te vi
E te encontrei
Então sorri,
Então sorri.
Passeamos,
Conversamos,
Nos amamos,
Conversamos,
Então sorri,
Quando te vi,
Sorrindo também,
Pensando além.
Além dali,
Além daqui,
Além de nós,
Um tanto a sós.
Meio assim,
Perto de mim,
Meio Zen,
Sorrindo também..
Passeamos,
Conversamos,
Nos amamos,
Conversamos,
Então sorri,
Quando te vi,
Sorrindo também,
Pensando além.
Além dali,
Além daqui,
Além de nós,
Um tanto a sós.
Meio assim,
Perto de mim,
Meio Zen,
Sorrindo também..
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Barquinho de papel
Afetam o afeto,
O afeto que eu tinha,
Que eu não tenho,
Que agora eu tenho,
Mas não é o mesmo que eu tinha,
Nem o mesmo que terei.
Os Planos,
Em baixo dos panos,
Eles se alteram,
Tão igualmente quanto este tempo.
Talvez eu apenas enxergue as minhas verdades.
Um ego pontilhado negativamente,
Cheio de desenhos estranhos e tristes.
Um coração ferido,
Partido,
Cheio de dor,
Mas que ainda bate.
Um mar de mágoas,
Onde navego,
Neste Barquinho que construí,
Com mais um Papel de trouxa que fiz.
Meu Barquinho de Papel...
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
No mês de Agosto ♪
No mês de Agosto,
Eu não esqueço o gosto,
O gosto, que eu gosto.
Do gosto,
Do teu gosto.
No mês de Agosto,
Que penso em todo o oposto,
O oposto à oposição,
E aposto que o oposto,
Que eu pensava,
Era anormal.
No mês de Agosto,
Que penso no composto,
Nos nossos elementos,
Em toda nossa química,
Na sala,
No colchão.
E no banheiro da Jayne.
No mês de Agosto,
Que penso em todo o exposto,
O amor é um imposto,
Declaro e não sonego.
Declaro e não nego
O Agosto lembra do teu gosto.
No mês de Agosto,
Eu não esqueço o gosto,
O gosto que eu gosto.
Do gosto,
Do teu gosto.
No mês de Agosto,
Disfarço o desgosto,
Esqueço o passado,
E confirmo que gosto ainda,
E demais.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Coração Partido
Coração Partido
Não pode parar de bater,
Não pode parar de sonhar,
Não pode parar de trabalhar
Coração Partido,
Jogado às traças,
Ao chão,
Ao lixo.
Parece que virou moda,
Esmagar este velho coração entre os dedos,
E esfolá-lo na parede.
Coração Partido,
Ferido,
Machucado,
Sozinho.
Este romance,
Foi só um lance,
E agora este Coração Partido,
Resolve disso tudo partir
Não pode parar de bater,
Não pode parar de sonhar,
Não pode parar de trabalhar
Coração Partido,
Jogado às traças,
Ao chão,
Ao lixo.
Parece que virou moda,
Esmagar este velho coração entre os dedos,
E esfolá-lo na parede.
Coração Partido,
Ferido,
Machucado,
Sozinho.
Este romance,
Foi só um lance,
E agora este Coração Partido,
Resolve disso tudo partir
A Romântica
Preciso ampliar
Meus horizontes emocionais
E os afetivos.
Já abri meu coração,
E mesmo ele, pisoteado no chão,
Não desiste do amor,
Não desiste do amar.
Não nasci pra sofrer,
Não cresci pra jogar,
Pra brincar com sentimentos.
Odeio jogos quando se trata de amor.
Preciso evoluir,
Emocionalmente,
Eu sempre aposto na felicidade,
E eu ainda te amo.
E mesmo que você não saiba,
E mesmo que pra mim você minta
E mesmo que você não sinta,
Um dia esta carta, chegará aos teus olhos, brilhantes e azuis.
E eu espero que não seja tarde,
Porque a vida se vai num estalar de dedos.
Meus horizontes emocionais
E os afetivos.
Já abri meu coração,
E mesmo ele, pisoteado no chão,
Não desiste do amor,
Não desiste do amar.
Não nasci pra sofrer,
Não cresci pra jogar,
Pra brincar com sentimentos.
Odeio jogos quando se trata de amor.
Preciso evoluir,
Emocionalmente,
Eu sempre aposto na felicidade,
E eu ainda te amo.
E mesmo que você não saiba,
E mesmo que pra mim você minta
E mesmo que você não sinta,
Um dia esta carta, chegará aos teus olhos, brilhantes e azuis.
E eu espero que não seja tarde,
Porque a vida se vai num estalar de dedos.
Literalmente
Fico imaginando,
Sonhando,
Me fazendo de arquiteta,
Construindo lindos castelos de sonhos.
A solidão nos enlouquece.
A solidão cansa.
Nos faz entrar em desespero
Quando está em alta.
Cumprir próprias promessas
É muito difícil.
Ainda mais quando a promessa
É permanecer sozinho.
Cansei.
Mas, cansei também de encher meu copo da vida,
Com líquidos falsos de amor.
Existem tantos alguéns,
E dentre estes tantos,
Um há de ser meu.
Então, Príncipe Barbado,
Não demore pra cruzar a esquina,
A promessa está com os dias,
Literalmente contados.
Sonhando,
Me fazendo de arquiteta,
Construindo lindos castelos de sonhos.
A solidão nos enlouquece.
A solidão cansa.
Nos faz entrar em desespero
Quando está em alta.
Cumprir próprias promessas
É muito difícil.
Ainda mais quando a promessa
É permanecer sozinho.
Cansei.
Mas, cansei também de encher meu copo da vida,
Com líquidos falsos de amor.
Existem tantos alguéns,
E dentre estes tantos,
Um há de ser meu.
Então, Príncipe Barbado,
Não demore pra cruzar a esquina,
A promessa está com os dias,
Literalmente contados.
Eu ando a pé
A caneta já não desliza
Nas linhas do papel
Como antes.
Os sentimentos,
São outros.
As pessoas,
São outras.
Mas o lugar,
Ah...
É o mesmo!
O mesmo lugar,
Monótono de sempre.
Então,
Quando cruzo a esquina,
Percebo que os sentimentos,
São os mesmos,
As pessoas,
São as mesmas...
Preciso fugir deste lugar.
Ele está me sufocando.
É como se eu andasse em círculos.
Um vício
De um padrão de sociedade...
Onde te julgam pelo "A"
Que você emite,
Pela roupa que usa,
Pelo carro que não tem,
Pelo batom que passa...
A hipocrisia é motorista por aqui,
E eu, bem...
Eu ando a pé.
Nas linhas do papel
Como antes.
Os sentimentos,
São outros.
As pessoas,
São outras.
Mas o lugar,
Ah...
É o mesmo!
O mesmo lugar,
Monótono de sempre.
Então,
Quando cruzo a esquina,
Percebo que os sentimentos,
São os mesmos,
As pessoas,
São as mesmas...
Preciso fugir deste lugar.
Ele está me sufocando.
É como se eu andasse em círculos.
Um vício
De um padrão de sociedade...
Onde te julgam pelo "A"
Que você emite,
Pela roupa que usa,
Pelo carro que não tem,
Pelo batom que passa...
A hipocrisia é motorista por aqui,
E eu, bem...
Eu ando a pé.
Ah
Ah coração,
Pare de sangrar.
Quando está tudo calmo e tranquilo,
Vem alguém e te despedaça novamente.
Alguém que diz que ama,
Que sente,
Mas no fim,
Só mente.
Ah velho coração,
Chega disso,
Daqui pra frente,
Siga sozinho,
Este caminho,
Que não possui mais as flores,
Nem as cores,
De um amor,
Que não foi recíproco.
Pare de sangrar.
Quando está tudo calmo e tranquilo,
Vem alguém e te despedaça novamente.
Alguém que diz que ama,
Que sente,
Mas no fim,
Só mente.
Ah velho coração,
Chega disso,
Daqui pra frente,
Siga sozinho,
Este caminho,
Que não possui mais as flores,
Nem as cores,
De um amor,
Que não foi recíproco.
...
Então eu me desligo,
De tudo que me liga,
De tudo que me fere,
Que fere a ferida,
Como uma lança afiada.
Que com ferro e fogo,
E com lástima,
Destrói qualquer caminho,
Qualquer sorriso,
Qualquer carinho,
Qualquer tudo
Qualquer todo de tudo.
Quaisquer reticências...
De tudo que me liga,
De tudo que me fere,
Que fere a ferida,
Como uma lança afiada.
Que com ferro e fogo,
E com lástima,
Destrói qualquer caminho,
Qualquer sorriso,
Qualquer carinho,
Qualquer tudo
Qualquer todo de tudo.
Quaisquer reticências...
O poema da dor
Há um
Fim,
Quando só existe
Nós
Dentro de
Mim.
E agora,
Assim,
Sigo deste jeito,
Com todos
Meus defeitos,
E o mesmo coração,
Partido,
Ferido,
Sangrando.
Este é o poema,
O poema
Da dor
Sem amor,
Sem cor,
Que eu sei decor.
Fim,
Quando só existe
Nós
Dentro de
Mim.
E agora,
Assim,
Sigo deste jeito,
Com todos
Meus defeitos,
E o mesmo coração,
Partido,
Ferido,
Sangrando.
Este é o poema,
O poema
Da dor
Sem amor,
Sem cor,
Que eu sei decor.
A insegurança
Um pouco disto,
Das coisas que eu insisto,
Das coisas que eu desisto.
Da flor,
Da semente do amor,
Da cor,
Da ausência de sabor.
O amor é complicado,
O amor é distraído,
E sim,
Ele machuca.
Ninguém para,
Ninguém escuta,
Ninguém quer,
Ninguém vê,
Ninguém crê...
Ninguém sai,
Ninguém vai,
Ninguém corre atrás.
Das coisas que eu insisto,
Das coisas que eu desisto...
Eu tento, tento,
Eu tento e não me lamento.
Eu tento e desisto,
Eu quero e insisto.
A insegurança,
Destrói,
Destrói e corrói,
O que há por dentro.
A insegurança é o medo,
De ver tudo à tona novamente,
O tudo,
Daquele todo,
Aquele todo,
Que machuca.
A insegurança destrói,
Estraga,
Desamarra qualquer laço.
Então agora,
Eu me desfaço,
De tudo que eu era antes.
Das coisas que eu insisto,
Das coisas que eu desisto.
Da flor,
Da semente do amor,
Da cor,
Da ausência de sabor.
O amor é complicado,
O amor é distraído,
E sim,
Ele machuca.
Ninguém para,
Ninguém escuta,
Ninguém quer,
Ninguém vê,
Ninguém crê...
Ninguém sai,
Ninguém vai,
Ninguém corre atrás.
Das coisas que eu insisto,
Das coisas que eu desisto...
Eu tento, tento,
Eu tento e não me lamento.
Eu tento e desisto,
Eu quero e insisto.
A insegurança,
Destrói,
Destrói e corrói,
O que há por dentro.
A insegurança é o medo,
De ver tudo à tona novamente,
O tudo,
Daquele todo,
Aquele todo,
Que machuca.
A insegurança destrói,
Estraga,
Desamarra qualquer laço.
Então agora,
Eu me desfaço,
De tudo que eu era antes.
Ao infinito e além
Eu conheci um garoto,
Que eu já tinha conhecido,
Mas eu tinha me esquecido,
Como ele era bom.
Sem rimas,
Isso é sério.
Eu te levo a sério.
Eu te levo onde você quiser ir,
Aqui, só há passos a serem dados pra frente,
É: ao infinito e além.
Vamos viver como se o mundo fosse acabar?
Vamos parar de perder tempo esperando a calmaria do destino?
Vamos passar esse tempo perto,
Por perto,
No aperto,
Ou não.
Eu quero,
Um sim.
E aí?
Diz pra mim!
Vamos viver,
Como se o mundo fosse acabar.
Que eu já tinha conhecido,
Mas eu tinha me esquecido,
Como ele era bom.
Sem rimas,
Isso é sério.
Eu te levo a sério.
Eu te levo onde você quiser ir,
Aqui, só há passos a serem dados pra frente,
É: ao infinito e além.
Vamos viver como se o mundo fosse acabar?
Vamos parar de perder tempo esperando a calmaria do destino?
Vamos passar esse tempo perto,
Por perto,
No aperto,
Ou não.
Eu quero,
Um sim.
E aí?
Diz pra mim!
Vamos viver,
Como se o mundo fosse acabar.
As madeiras da beliche.
Eu perco sono,
Eu sonho acordada.
Nesta jornada,
Becos e esquinas.
Dando uma de arquiteta,
Construindo desejos sinceros em cima de alguém.
Deitada na beliche,
Olho pra cima e vejo as madeiras,
Elas,
Tão na delas,
Sendo somente madeiras.
Quietas,
Sem incomodações,
Elas passam tanto tempo,
Sendo elas,
Que não sobra um segundo
Pra sofrer por besteira.
Ah, madeiras.
Quem me dera ser assim.
Eu sonho acordada.
Nesta jornada,
Becos e esquinas.
Dando uma de arquiteta,
Construindo desejos sinceros em cima de alguém.
Deitada na beliche,
Olho pra cima e vejo as madeiras,
Elas,
Tão na delas,
Sendo somente madeiras.
Quietas,
Sem incomodações,
Elas passam tanto tempo,
Sendo elas,
Que não sobra um segundo
Pra sofrer por besteira.
Ah, madeiras.
Quem me dera ser assim.
Sou
Sou todo o sentimento que desperdiçaram,
Sou todo o sentimento que amassaram dentre os dedos,
E esfolaram na parede...
Sou todo o sentimento que jogaram ao lixo,
E uns e outros ao chão.
Sou toda flor do amor que murchou,
Sou toda carta amassada, entre mil e um garranchos,
Sou eu.
Sou toda mágoa reprimida.
Todo expectativa frustrada.
Todo sonho não realizado
Sou toda lágrima de quem sofre agora.
Eu sou a dor,
Agora eu sou a dor.
Sou todo o sentimento que amassaram dentre os dedos,
E esfolaram na parede...
Sou todo o sentimento que jogaram ao lixo,
E uns e outros ao chão.
Sou toda flor do amor que murchou,
Sou toda carta amassada, entre mil e um garranchos,
Sou eu.
Sou toda mágoa reprimida.
Todo expectativa frustrada.
Todo sonho não realizado
Sou toda lágrima de quem sofre agora.
Eu sou a dor,
Agora eu sou a dor.
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