Então.
...
Então já é 27 de fevereiro de 2014.
De repente percebo que a inspiração sumiu.
Olhar par ao horizonte e só enxergar os próprios problemas.
E não conseguir se concentrar em nenhum deles, pela enorme quantidade.
Aqui, neste canto, nesta cidade.
Aqui, no laboratório da faculdade...
Ar condicionado à 22Cº, não sei o que eu quero.
O cansaço de viver voltou.
O respirar fundo e sentir aquela velha dor voltou.
Tudo voltou.
Talvez seja uma nova crise existencial.
Agora, paro e penso...
A falta de inspiração jamais existe.
A falta de inspiração nada mais é do que uma verdadeira inspiração.
Um querer mais.
Um procurar a exatidão.
O panorama até que desembaçou.
NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Um domingo sozinho.
Um dia como outro qualquer.
Um domingo.
Um domingo sozinho.
...
Um domingo sozinho,
Nunca é um dia perdido.
Posso pensar.
Gritar.
Correr.
Posso dançar.
Andar.
Chorar.
Posso pirar.
Posso sentir saudades.
Posso escrever.
Posso tentar pensar em como seria sem a ausência dele.
Posso escrever como é sem a ausência dele.
Aqui no meio fio,
Cabelos molhados ao vento.
Os carros passam a 60 na rua,
Seus motores fazem sons ritmados.
As alucinações já até pararam.
Ontem eu o vi uma 40 vezes em uns 30 rostos diferentes.
A música parou, eu não.
Eterna dançarina.
Louca e feliz.
Sem dores.
Dançando no ar.
Eu estava a voar.
A esperar, quem não chegou.
A plainar com minha saia,
Em todo canto colorido,
Em cada ser um novo abrigo.
Nunca plante expectativas.
Plante flores.
Plante a flor do amor.
Regue-a.
Cuide dela como o seu bem mais precioso.
Cedo ou tarde, colherás.
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