Sentada ali naquele banco agora.
Só ela e o silêncio lá fora.
Este vazio a consome.
Este vento frio faz balançar seus cabelos, trazendo a certeza de que nada é certo.
E ela está triste agora, lá fora, somente ela.
Mais ninguém.
NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Simples
Ouvir esta voz que enlouquece.
Pensar.
Sorrir.
Fazer.
Sentir.
Atitudes.
Vontades.
Futuro próximo.
Realidade.
Ouvir esta voz que enlouquece.
Enlouquecer.
Pensar.
Sorrir.
Fazer.
Sentir.
Atitudes.
Vontades.
Futuro próximo.
Realidade.
Ouvir esta voz que enlouquece.
Enlouquecer.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Panorama embaçado
Não quer olhar.
Não vai.
Sabe que outro está a olhar.
Ela sabe que outro a vê.
E agora?
Perturbada.
Rumo ao caos.
Olha para o horizonte: panorama embaçado.
Não quer olhar.
Não vai.
E agora?
de Caio Fernando de Abreu
A inveja é um fato: certas pessoas têm me agredido muito, na faculdade, na rua, geralmente pessoas intelectuais no mau sentido, frustradas e medíocres. Tenho horror desses rebucetes, rodinhas e frescuras literárias: procuro ficar na minha, sempre.
Digo a todos os repórteres que não me sinto um escritor: que sou só um ser humano procurando um jeito de viver. E que talvez esse jeito seja escrever, sei lá. Meu livro está quase pronto. Deverá ser lançado em breve. Queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi!
- Caio Fernando de Abreu.
- Caio Fernando de Abreu.
Vinte e cinco metros
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Vidros blindados.
Ninguém entende.
Ninguém defende.
Só observam atentamente de suas cadeiras de ouro maciço, dentro dos camarotes fechados com vidro blindado.
Que sorte!
Estão assistindo nossa morte.
Lá a peste não chega.
Lá, isso tudo é diversão.
Ninguém defende.
Só observam atentamente de suas cadeiras de ouro maciço, dentro dos camarotes fechados com vidro blindado.
Que sorte!
Estão assistindo nossa morte.
Lá a peste não chega.
Lá, isso tudo é diversão.
Panorama límpido
As coisas mudam por causa do indivíduo, ou o indivíduo muda por causa das coisas?
Escrever.
Cantar.
Amar. Beber. Correr.
Chorar. Parar. Sorrir.
Suspirar. Tentar.
Sempre.
Voltar ao antes.
Panorama límpido.
Mente limpa.
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