A vida anda como queremos.
Plantamos o que colhemos.
Sentimentos ruins.
Ciúme que estraga,
Passou a hora de passar.
Loucuras,
Fazer alguém sentir-se culpado.
Chamar alguém de amor.
Sentir-se pior por não ter dado xeque ao Rei,
Erros, todos os cometem,
Necessidade de desligamento,
Desligar-se de tudo e de todos.
Lágrimas que caem,
Não de felicidade dessa vez.
Ódio.
Rancor.
Dizia que me amava.
Me abraçava.
Pedia desculpas.
Ciência de que o tempo já era de fim.
Falta de amor próprio.
Falta da família.
Não fui boa filha.
Não fui boa irmã.
Quero relatar coisas boas.
Dias bonitos.
Escrever é bom.
Sempre foi meu maior vício.
Outros vícios, não tão consideráveis,
São apenas caminhos naturais.
Caminhos que levam-me a mim mesma.
Caminho do profundo prazer.
Do talvez, profundo amor próprio.
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