terça-feira, 12 de março de 2013

Horas

Das horas que escrevo,
Muito é sobre este medo.
Medo de tentar.
De tentar ser feliz novamente..
Ouço na minha mente,
Vozes estranhas,
Gritando "vá em frente"...
Vozes suaves que suplicam por uma nova paixão.
Vozes que causam emoção.
Os desejos contundentes,
De uma nova paixão reluzente,
São tão grandes quanto o medo,
De causar tanta dor novamente.
Jogo-me de cabeça.
Com a cara e a coragem que emociona,
Nesta aventura que a vida proporciona.
Entrego-me com razão,
À esta nova paixão.
Entrego-me à ela,
Que fará bem ao coração.
Duas almas abandonadas.
Dois corpos mal amados.
Duas almas que encontram-se,
O resto não deixa-se de lado...
Há necessidade de paz.
Paz espiritual, corporal e mental.
Dois poetas loucos, lunáticos.
Dois poetas belos, com belezas brilhantes.
Dois poetas.
Duas almas.
Dois corpos.
Nós.

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