Todos os dias, às 18h.
Os sinos nela tocam,Todos os dias, às 18h.Cada badalada, uma palpitação estranha.O sangue percorrendo as veias, lentamente.Cada badalada, uma nova palavra.Um novo sonho.Todos os dias, às 18h.Lá me esconderei.Onde tocam os sinos.Onde ninguém me encontrará.
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