NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
terça-feira, 15 de julho de 2014
Não, eu não vou
Eu vou fazer o que eu quiser.
Eu vou fingir que eu não quero,
Só pra não me machucar.
Eu não vou sair pra jantar.
Muito menos andar de mãos dadas.
Não vou escrever cartas de amor pra perder tempo,
Mesmo que elas já estejam escritas,
Não as entregarei.
Não vou ser conquistada,
Mesmo que já tenha sido,
Eu fingirei que não.
Eu não vou sair em casal,
A menos que um casal mesmo seja.
Eu não vou amolecer meu coração de pedra.
Mesmo que por trás dessa rocha exista um pudim.
Não, eu não vou deixar ninguém me conquistar
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