NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
terça-feira, 15 de julho de 2014
Loucas na rodoviária.
A menina da barra do vestido sujo,
Caminhando, com toda a calma na alma,
Foi subir as escadas e quase caiu,
Mas não passou vergonha,
Apenas riu.
Nisso um vendedor adorou aquela espontaneidade
E veio lhe contar um pequeno causo.
Ele disse que uma outra louca disse
Que ela caiu um tombo
No bem bom,
No buraco da rua,
Ela estava com um salto
E quase quebrou o pé.
E ela só disse:
- Que louco aquele tombo.
Loucas na rodoviária,
É caneta e guardanapo,
Pra transcrever o ato.
Está chegando a hora
Não posso esquecer de tudo que fiz e falei.
As promessas feitas,
E as que hei de pedir.
Loucas na rodoviária.
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