NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA.
Estas coisas mal pensadas.
Estas porcarias recicladas.
Estas poesias.
Minhas.
Só Minhas.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
No fim estamos sozinhos Nas noites escuras e imensas, Sob o som da chuva, Estamos sozinhos. Não podemos esperar nada de ninguém. Só sobram lágrimas, e a conclusão que será um longo ano, Com noites longas.
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