NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
quarta-feira, 11 de março de 2015
-Contos de uma madrugada qualquer. 2
O bom velhinho
Era um sábado, destes, que as pessoas estão sem rumo e param em qualquer boteco, para refletir a vida.
A garota sentou na área de fumantes, abriu sua budweiser, tomou uns 3 goles... Acendeu seu malboro filtro, e começou a tragá-lo, soltando a fumaça ao ar, vendo ela dançar
feito bailarina torna com um céu imenso e escuro ao fundo.
De repente, eis que surge um velhinho, barba branca, boina, cheio de estilo, e sem pedir licença, ele fala:
"- Ele não faz nem ideia da sorte que tem por te ter com ele, né?"
Ela, suspirou num singelo sorriso, por pura simpatia e respondeu:
"- Poderia ter dito isto à ele antes dele partir."
Então, sem mesmo pedir permissão, ou trocar quaisquer outras palavras com aquele velhinho, ela o abraçou, com toda a força e vontade do mundo, e sob os ombros dele, chorou, soluçou, esperneou... Sem entender, ou mesmo aceitar a vida como ela é, ela não queria saber de mais nada naquele momento, além da companhia do bom velhinho.
-Contos de uma madrugada qualquer.
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