NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Desejo
Desejo lá no fundo,
Que segure na minha mão,
E não me solte nunca mais.
Que me guarde no bolso,
Como algo precioso.
Que seja o genro da minha mãe,
E o cunhado favorito do meu irmão caçula.
Desejo lá no fundo,
Que tudo isso seja mais que poesia,
Que salte dos nossos sonhos,
E mergulhe de cabeça.
Numa vida doce e real.
Desejo lá no fundo,
Banhos de rio,
Luaus na praia,
Passeios de barco,
Eu nunca andei de barco,
Mas contigo, não sentiria medo.
Desejo lá no fundo,
Viagens boas,
Com momentos inesquecíveis e engraçados.
Churrascada aos domingos com os amigos,
E depois te zoar pela derrota do Inter.
Desejo lá no fundo,
Passar do teu lado noites em claro,
E assassinar esta saudade,
Insaciavelmente,
Como sempre.
Desejo lá no fundo,
Beijos intermináveis,
Noites incontáveis,
As mais lindas do universo.
E se te deixa melhor,
Te faz ficar confortável,
Saiba que eu sou tua,
De corpo e de alma.
Desejo lá no fundo,
Realizar meus desejos,
Teus desejos,
Nossos fetiches.
E se te deixa melhor,
Te faz ficar confortável,
Te desejo lá no fundo.
Desejo lá no fundo,
Fazer tudo isso com se fosse acabar o mundo,
Depois a gente vê que não acabou,
E começa tudo de novo.
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