NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Pra coleção de sentimentos.
A cada passo que se dá,
Uma nova história que se conta.
Tudo que te cercas,
Neste mundo em que observas,
No mesmo canto de sempre.
O indesejado acontece,
Uma alma estremece,
Dois corpos também,
E o coração amolece.
Entre dor e dissabor ,
Talvez se encontre o velho amor.
As palpitações que ainda são duvidosas,
Se deram na Palpite, música fabulosa.
Sentes aquela velha insegurança,
Tentas seguir no ritmo da dança,
Porém, sem muita esperança.
O velho amor confunde a cabeça,
O velho amor talvez reapareça.
A vida segue.
Algo teus pensamentos persegue.
A vida segue, bem e mal,
Talvez melhore só no carnaval...
Talvez antes,
Não embace o panorama desta mente pensante.
Os dias passam,
As horas,
Tudo passa...
Os carros nas ruas,
As pessoas em suas bicicletas legais,
Todas anormais.
Continuas aí, observando a vida passar.
Ela segue normalmente,
Com o cheio, o vazio, o frio e o quente.
E um vácuo que se enche,
Se não for pra ser assim, nem tente.
Tudo a tua volta, pode ser triste,
Já dizia a velha música Palpite.
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