NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Por uma realidade
A tristeza me rouba palavras,
Me traz o silêncio,
Tua ausência, nem tanto me abala.
Minha fé afirma que te verei com o tempo.
Já são quase vinte anos,
Em meio a mil planos,
Tentando substituir este vazio...
Tua imagem me causa calafrios.
Deus conhece minhas verdades,
Só Ele sabe o tamanho desta saudade.
Sentada aguardo ansiosa,
Ansiosa pela morte.
Talvez tenha logo esta sorte.
E já não te verei mais em sonhos.
Te verei pessoalmente.
Te verei na minha frente.
De verdade.
E ouvirei o tom da tua voz.
E sentirei o calor dos teus braços,
Quando em teu colo, sentir teus abraços.
Teu consolo.
Tuas mãos sob meus cabelos.
Teu carinho.
Teu amor.
Amor de Pai.
Que toda a eterna ausência tua,
Não me submeta a certa loucura.
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