NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Um dia qualquer.
E era maio.
E era frio.
E era 17.
E aquele casaco já não era o suficiente.
Um amor de primeiro plano.
Uma paixão pintada com a tinta do acolhimento.
Uma coragem.
A maior de todas.
A coragem de assumir a perda.
A mágoa da lembrança.
A dor da velha esperança.
Há dias frios,
Dias quentes,
Dias chuvosos,
Dias ensolarados,
Dias de alegrias,
E dias sensíveis.
Dias que não deveriam ser lembrados.
Dias que lembram as coisas boas passadas.
Cada momento.
Cada carinho.
Cada passeio.
Todo o caminho.
Dias difíceis.
Dias que passam,
E que hoje é apenas mais um.
Mais um dia qualquer.
Mais um 17 de maio frio.
E o casaco é mais que o suficiente.
Vida nova.
Tudo novo.
De novo.
É o que importa.
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