NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Em meio a lágrimas.
Deparo-me deitada.
Cansada.
Em silêncio, às vezes.
Outras vezes aos prantos.
Fico aqui a pensar,
Se sente isso às vezes.
Se sente saudades.
Se parece que te falta um pedaço.
Se sente este vazio que parece jamais se encher.
Se sente arrependimento.
Se queria voltar no tempo, fazer tudo diferente.
Não ter cometido atos.
Não ter dito frases.
Se queria ter proporcionado mais amor e carinho.
Será que sente a falta do meu ser?
Será que pensas em mim no silêncio das noites,
Em meio ao barulho extremo de tua mente?
Sinto saudades.
Parece que me falta um pedaço.
Sinto um vazio enorme, um buraco, que parece jamais se encher.
Sinto um enorme arrependimento.
Queria voltar no tempo,
Fazer tudo diferente.
Não ter cometido atos.
Não ter dito certas frases.
Queria ter te proporcionado mais amor e carinho,
Mas não posso negar que isso me faltou muito.
A culpa não foi, nem é tua.
Sinto falta do teu ser.
De olhar para o teu ser.
De reparar nas tuas manias.
De ouvir o tom da tua voz,
Por mais chato que soasse às vezes.
Penso em ti, não somente no silêncio das noites,
Mas em todos os momentos frios do meu quarto,
E tu já não está mais lá para me aquecer, para jogar como sempre mais cobertas sobre meu corpo, ou apenas ajeitá-las da maneira correta.
Fico em silêncio às vezes.
Outras vezes aos prantos.
Não ouvindo nada além do barulho da minha mente,
Que grita a todo instante,
Mãe, eu te amo.
Mãe eu te amo muito.
Demoraram vinte anos,
Mas toda esta mágoa sairá aos poucos,
Verterão ainda muitas lágrimas, sim eu sei,
No fim tudo ficará bem,
É o que importa.
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