Nascimento.
Que sorte!
Oito meses se passam, dia de uma morte.
Dois de novembro, finados.
Dezenove de dezembro/93, aniversário de falecimento.
Dois mil e onze, dezoito anos imaginando a voz,
a altura, os hábitos.
O jeito de assar a carne na churrasqueira e limpar os dentes com o palito.
Não sei!
Não aconteceu!
Não acontece!

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