Numa noite de qualquer verão,Seguindo o velho caminho,
Só eu e minha solidão...
Noite a fora caminhando na escuridão...
De repente, um suspiro no susto desperta um pingo de esperança...
No meio de todo aquele nada,
Um casal de vaga-lumes pisca continuamente suas traseiras,
Brincam com toda aquela cor fosforescente,
Que brilha na obscuridade,
Sem calor nem combustão,
Só por natureza...
Já não houve mais naquela noite,
Naquele caminho,
A solidão,
O estar só,
O estar sozinho.
Eu e os vaga-lumes noite a fora.
Eu colocando em prática a realidade.
Sentindo diferentes palpitações.
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