E do agora,
Eu que sei.
E dos desejos tão ocultos,
Eu que sei.
E dos gritos de silêncio,
Eu que sei.
E da distância que se aproxima,
Eu que sei.
E da liberdade presa aqui dentro,
Eu que sei.
E deste frio,
Eu que sei.
E destas cobertas,
Eu que sei.
E desta solidão,
Eu que sei.
Ela, que deixa
A tristeza evidente,
Mas não apaga a vontade,
De ser sempre algo melhor.
E só não é menor
Que estas bochechas vermelhas.
Eu que sei.
E dos desejos tão ocultos,
Eu que sei.
E dos gritos de silêncio,
Eu que sei.
E da distância que se aproxima,
Eu que sei.
E da liberdade presa aqui dentro,
Eu que sei.
E deste frio,
Eu que sei.
E destas cobertas,
Eu que sei.
E desta solidão,
Eu que sei.
Ela, que deixa
A tristeza evidente,
Mas não apaga a vontade,
De ser sempre algo melhor.
E só não é menor
Que estas bochechas vermelhas.
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