NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Sonhos.
Noites quentes de verão.
Sonhos,
Os mais estranhos,
Inesperados.
Pessoas desconhecidas,
Dinossauros,
Eles queriam mesmo me matar!
E aquelas pessoas mascaradas,
Estavam brincando com a morte,
Nossa foi muita sorte,
Da minha parte,
Ter acordado antes mesmo de morrer,
E outro dia então,
Que sonho foi aquele?
Um garoto,
Aquele mesmo,
Da barba cheia e negra,
Uma tatuagem,
Uma balança nas costas,
Ele estava aqui novamente.
Ele vem
Ele volta
Ao mundo dele,
Aquele mundo,
Aventureiro,
De viajante,
Que é só dele,
Um mundo que gira,
Tanto quanto o ponteiro,
Do relógio na parede.
As vezes parece injusto.
Aliás,
Tudo o que houve foi injusto,
E não passou de um sonho bobo,
Aquele,
Acordada
E este,
Da noite passada
Quando eu dormia calmamente
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