NUNCA HÁ DESCRIÇÃO EXATA. Estas coisas mal pensadas. Estas porcarias recicladas. Estas poesias. Minhas. Só Minhas.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
O trem à vapor
E esta falta de conhecimento.
E o medo do resultado ou não de alguma ação.
E se eu não te der razão.
E se eu não tiver razão?
E a dor no coração?
Esta que eu carrego há tempo, de um outro alguém,
Vai curá-la?
Vai tampá-la?
Cicatrizá-la?
E esta condição?
Qual será daqui pra frente?
Incerteza.
É toda esta dificuldade de não poder prever algo futuro.
É toda esta ansiedade.
Todo este desejo.
É tudo isso que angustia qualquer pessoa.
O medo de se entregar à um novo amor.
O medo de reviver toda uma dor.
Só te peço, por favor,
Coloque neste trem, todo o vapor.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário