terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O vento do pastel.



Eu nunca quis ficar com você.
Eu nunca quis abraçar você.
Eu nunca quis beijar você.
Você conquistou meu coração.
E aí, o jogou fora.
Eu fiz amor com você.
Só eu amei você
Eu nunca quis ter cantado pra você.
Eu nunca quis ter cantado a Palpite pra você.
Eu nunca quis que a Palpite fosse a nossa música.
A música de um romance que só eu vivi.
Eu nunca quis ganhar aqueles SHOTs de você.
Eu nunca quis amar você.
Eu nunca tive intenção nenhuma, até você estragar tudo.
Até você, ser pra mim o escudo.
O sustento.
O amor.
O aconchego.
E hoje sei,
Que você foi somente,
O vento do pastel.
Por quê?
Porque eu sofro deste jeito, por alguém que nem se quer lembra-se da existência deste ser?
Por quê?
Porque tinhas que ter provocado esta dor naquela noite que passou com aquela outra pessoa?
Fica feliz magoando os outros?
E agora nestes versos que nem rimam,
Perco-me, entre lagrimas, e minhas amigas me ensinam...
Você não me merece.
Você nunca me mereceu.
Hoje, morreu.
Morreu pra mim...
Serás pra mim como a poeira da estrada.
Suja.
E que eu piso em cima.
Que suja meus sapatos.
E eu os lavo, e deixo a sujeira descer pelo ralo.
Espero nunca mais ter o desprazer,
De encontrar teu ser.
Eu tenho nojo de você.

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